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quinta-feira, 10 de abril de 2008

Holanda e Brasil

Não sabia que a Holanda é um dos países que mais investe no Brasil, e um de seus principais parceiros comerciais. Talvez a cultura liberal, cada um a seu modo, dos dois países, entre outros fatores, possibilite essa aproximação. Já gostava antes, mas gosto mais ainda da Holanda depois de ler essa notícia ;-).

quinta-feira, 27 de março de 2008

O Mundo Dá Voltas



Há menos de um século, a Índia era uma colônia do Reino Unido. E agora, a indiana Tata Motors acaba de comprar as duas grandes marcas britânicas Land Rover e Jaguar. Interessante.

Falando em Reino Unido, ontem eu vi na BBC a visita do presidente Francês Sarkozy a Rainha da Inglaterra. Apareceu até a rainha fazendo um discurso sobre a amizade entre os dois países. Legal. Foi a primeira vez que eu vi a Rainha dizer alguma coisa. Usava uma coroa e tudo. É bem fascinante ver essas tradições meio que medievais ainda existirem em meio ao mundo "moderno". Como prova de amizade, o Sarkozy disse que vai mandar mais tropas para o Afeganistão. É, a guerra é outro costume medieval que insiste em nos acompanhar no mundo "moderno".

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O Verdadeiro Combate à Pirataria

Encontrei essa notícia muito interessante. Trata-se da estratégia da Paramount e da Warner-Bros de vender DVD's por cerca de US$ 3 na China, pois tentaram vender pelo preço normal e os chineses simplesmente não compram e preferem o pirata que custa cerca de US$1. Eu certamente compraria alguns DVD's originais da lista que apresentei dois posts atrás se eles custassem US$ 3. Aliás acho que esse é o preço justo por um DVD que custa poucos centavos para o fabricante produzir. Pra mim essa é a única estratégia que pode combater a pirataria. Esperemos que a idéia seja implantada também no resto do mundo. Se é viável na China, é viável em outros lugares também, ou não?

terça-feira, 17 de julho de 2007

Embargo?

Olhem essa notícia. Se a carne brasileira tivesse algum problema no meu estado do Rio Grande do Sul iria faltar hospital, pois o povo não vive sem um bom churrasco. E nos churrascos brasileiros come-se MUITA carne. Quem já foi em alguma churrascaria rodízio (que por lá é um restaurante normal que se encontra em qualquer cidade, e não restaurante de luxo como aqui) sabe disso. É claro que a questão é muito mais econômica que de saúde. A carne por aqui custa um caminhão de dinheiro, e no Brasil é muito, mas muito mais barata. Acho que mesmo com o custo do transporte nossa carne seria mais barata que a daqui. Por isso a preocupação. Desde quando fazendeiros concorrentes são as pessoas indicadas para fazer controle sanitário? Por que não mandam pessoas sem interesses envolvidos fazer esse tipo de fiscalização? Eles querem chocar as autoridades com imagens da produção brasileira. Acontece que qualquer matadouro de qualquer lugar do mundo é capaz de chocar as pessoas. Ninguém (ou quase ninguém, tem louco pra tudo) gosta de ver animais morrendo.

O mesmo tipo de bloqueio e protecionismo existe na agricultura e querem implantar para o etanol. E depois querem que o Brasil abra cada vez mais sua economia para os produtos industrializados estrangeiros. Ou a globalização é para todos ou não é para nenhum.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Diferenças da Europa para o Brasil

Algumas coisas acontecem aqui e, infelizmente, não no Brasil. Hoje eu estava esperando o ônibus e a senhora do caixa do supermercado, do nada, parou pra me oferecer uma carona. Se ela não me fala que me conhece do supermercado eu nem saberia quem é. Isso dificilmente acontece no Brasil por dois motivos: 1. Caixa de supermercado no Brasil dificilmente tem carro; e 2. Se tiver carro não pára pra oferecer carona pra qualquer cliente, ainda mais um cabeludo que vive comprando cerveja, pois tem medo de ser assaltada. Conversando no caminho pra cá ela descobriu que eu sou brasileiro, e aí me disse que já esteve em Buenos Aires e no Chile, mas que ainda não foi ao Brasil. Quer dizer, aqui o caixa de supermercado além de ter carro ainda faz viagens intercontinentais. Em Rio Grande, um caixa de supermercado quando muito consegue sair de Rio Grande por uns dias. Nada contra os caixas de supermercado, muito antes pelo contrário. Acho que é uma profissão digna como qualquer outra e que mereceria um salário decente no Brasil como temos aqui.

A senhora que serve cafézinho na faculdade, por exemplo, pratica mergulho. Um esporte caríssimo. Ela expõe suas fotos subaquáticas na sala do café. Alguém me disse que um curso de mergulho no Brasil custa uns R$ 2000. Quando que alguém que serve café no Brasil vai poder praticar um esporte desses? Em conclusão, a diferença entre o Brasil e o primeiro mundo que eu quero destacar é que aqui tu podes escolher o que queres fazer da vida. Aqui tu podes escolher trabalhar no supermercado, ou no café, ou na pizzaria, ou dirigindo um ônibus e vais ter teu carrinho, vais poder viajar de vez em quando, enfim, vais ter uma vida digna. No Brasil pra ter essas coisas básicas tens que te especializar muito mais. Uma pena. Mas o Tom Zé canta que quando o petróleo acabar o Brasil vai ser a nação mais rica do mundo. Tomara.