sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

GoodReads


Eu ando consumindo bastante tempo no site GoodReads. Eu normalmente já gosto de ler, mas é impressionante como navegando no site e lendo o que as pessoas dizem sobre os livros dá vontade de ler mais ainda. Recomendo muito o site. Se alguém entrar lá e quiser me "adicionar como amigo", é só acessar meu profile. Se o GoodReads fosse tão popular quanto o Orkut no Brasil, acho que teríamos um país melhor.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Quem tem Pressão Alta Não Poderá Dirigir

E mais um monte de exigências deverão ser implantadas para a emissão da CNH no Brasil. É o que diz uma notícia da Zero Hora. Vai ter exame cardíaco, auditivo e o caramba. A acuidade visual exigida, por outro lado, vai diminuir. Legal, pois pra mim o exame de visão foi mais complicado que o de balizas.

O Tal de Jabor

Eu li aquele livro do Arnaldo Jabor "Amor é Prosa, Sexo é Poesia". Li principalmente porque achava curioso o quanto todo mundo "idolatra" o Jabor, e eu o conhecia do Jornal Nacional, mas não o idolatrava. Prova do sucesso do Jabor são os inúmeros textos na Internet que são atribuídos a ele, mas que não são dele. Só para chamar a atenção para algum texto ou idéia que ninguém leria se não fosse "do Jabor" (acho até que o Jabor já superou o L. F. Verissimo, clássica vítima de atribuições enganosas na rede).

Eu devo admitir que ele escreve bem. O texto flui legal, e eu acabei o livro em um fim de semana. O meu problema com o Jabor é que eu achei-o muito pessimista, ou deprimido. Em praticamente todos os textos, ele reclama de alguma coisa. Que nos seus textos sobre política ele reclame, tudo bem. A nossa política não anda lá essas coisas, e nem a dos EUA que ele também detona no texto "Espelho meu, quem é o imperador do mundo?" sobre o Bush, que na minha modesta opinião é o melhor do livro. Mas ele reclama do amor, reclama do sexo, reclama dos seus fãs "chatos", reclama do mundo moderno, reclama do carnaval moderno, reclama dos liberais, reclama dos comunistas, reclama, reclama, reclama... No livro todo, nas 36 crônicas eu só me lembro de ele falar bem de três coisas: do avô dele, do passado (sua juventude) e dos travestis. O resto é tudo um lixo para o Arnaldo. Espero não me tornar tão saudosista e mal humorado assim no futuro. Mas pode ser que eu esteja errado. Pode ser que eu seja um otimista bobo e que o pessimismo e a critica a quase tudo sejam a solução dos problemas. O que achas leitor?

Observação: Eu não estou dizendo que o livro seja ruim. É apenas pessimista. Gostei de ter lido, e até recomendo.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Livro da Vez:
Vale Tudo - O som e a Fúria de Tim Maia
Nelson Motta


Mais um livro da vez. Dessa vez uma biografia. Gênero que gosto bastante e que ainda não tinha aparecido no blog. Foi bem legal ler sobre o Tim Maia. Uma leitura leve e divertida devido ao bom humor deste grande artista brasileiro. Para dizer a verdade, até os momentos de mau-humor dele são divertidos no livro. Em certa altura, o Tim Maia é identificado como "o punk do funk". Eu concordo muito com esse título, pois o Tim Maia era realmente um punk. Não no sentido musical, mas no sentido de que ele sempre fez o que quis, quando quis e com quem quis. Saber exercer essa liberdade de se fazer o que quer parece óbvio, mas não é. O Tim Maia não estava nem aí para o que os outros iam pensar. Se ele estivesse afim de beber, cheirar e fumar, ele bebia, cheirava e fumava. Não estou dizendo que tudo que ele fez tenha sido "certo". Ter entrado para uma seita dessas criadas pra enganar trouxas e gravado dois discos em homenagem ao "Racional Superior" que foram fracassos totais, até se dar conta que aquela, como todas as outras, seita era uma enganação; o uso e abuso de drogas; a truculência em algumas ocasiões; e as constantes faltas a compromissos e shows são no mínimo atitudes questionáveis e, eu me arriscaria a dizer, até estúpidas. Mas foi o que o cara quis fazer. E por isso eu acho que ele teve uma vida feliz, apesar de todas as dificuldades, da obesidade, das brigas judiciais e prisões.

Além de ter tido uma vida movimentada, o cara é um grande artista e algumas das suas músicas e interpretações são sem dúvida grandes jóias da música brasileira, à qual ele acrescentou magistralmente o ritmo do funk e do soul. O livro fala da composição das músicas, do medo de avião (o cara não embarcava sem tomar muito whisky Chivas Regal antes), dos bastidores dos shows e das ausências em shows entre outros assuntos.

Foi o primeiro livro do Nelson Motta que eu li. Gostei da escrita leve. De como ele trata sexo, drogas e outros temas como devem ser tratados. Como coisas normais e não como um grande tabu. Achei muito honesto o texto, sem querer "puxar o saco" do Tim Maia nem de ninguém. Me deu até vontade de ler o Noites Tropicais, do mesmo autor mas que discute os bastidores da música brasileira em geral, e não só de um artista específico.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Notícia Pesada

Eu estudei nesse colégio da primeira a sexta serie. Triste ver que esse tipo de coisa acontece "tão perto". Na minha cidade, e não só em alguma cidadezinha no interior dos EUA que eu venha a conhecer através do Jornal Nacional. Triste mesmo.

Turismo

Eu não tenho nada contra, e até apoio, quando o presidente vai a países do exterior para manter ou ampliar relações diplomáticas e comerciais. Tenho plena consciência de que quando um presidente assina um acordo comercial importante, o país ganha muito mais do que o custo de uma viagem desse tipo.

Mas ninguém vai me convencer que o Presidente da República ir com sua família para a Antártica tenha qualquer objetivo que não seja o de fazer turismo.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Sad But True

Muito triste que não seja o bastante o amor. As crianças tendem a ficar do lado de quem melhor as manipula. Retirei o link de um post já meio antigo do blog do Hugo, mas estou de pleno acordo com a matéria. Agora mais do que nunca. Acho que no fim das contas não adianta eu querer deixar o lado pessoal totalmente de fora. Acho que um blog acaba refletindo a vida de quem o escreve. Paciência.

Tanta coisa no mundo poderia e deveria ser diferente...

Mais links sobre o assunto:

Pais e Filhos e muito mais
PasKids.com